SINOPSE

Um tumor no cérebro, seis meses de vida. Esse foi o diagnóstico que o neuropsiquiatra Davidvan-Schreiber recebeu ao fazer um exame de ressonância magnética. Determinado a conhecer a doença e a vencê-la a qualquer custo, ele traçou seu caminho de cura aliando a medicina convencional com práticas e alimentação. Em Anticâncerele conhecimento compartilhar sua experiência pessoal e todo que adquiriu o processo de cura. "Todos temos um câncer dormindo em nós." Esta frase, estarrecedora para muitos, é o ponto de partida do livro Anticâncerdo médico e investigador francês David Servan-Schreiber. E, de maneira nenhuma, deve ser motivo de alarme; pelo contrário, é exatamente esta certeza de que o mundo conseguirá vencer essa doença – a causa da mortalidade no ocidental. É Servan-Schreiber quem explica: " como todo organismo vivo, nosso corpo fabrica células defeituosas permanentemente. É assim que nascem os tumores. Mas o nosso corpo também é equipado com os dispositivos que permitem detectar-los e contê-los. No Ocidente, uma pessoa em cada quatro vai morrer de câncer, mas três em cada quatro não morrerão. Para estas, os mecanismos de defesa terão dominado o câncer". Em 1981, quando tinha apenas 30 anos, Servan-Schreiber teve câncer no último. Foi pesquisado, para além dos métodos habituais, que tudo o que podia ser definido como médico, pesquisador e diretor de qualidade da Universidade Pittsburgh, nos Estados Unidos, teve acesso a informações preciosas sobre as abordagens naturais que podem contribuir para prevenir ou tratar o câncer. Hoje, ele vive em plena saúde há mais de sete anos. Em An Anticâncer, Servan-Schrei faz o relato de tudo o que foi feito. Conta que, depois da dura experiência de combate a uma doença com uma cirurgia e várias sessões de quimioterapia, pediu ao seu onologista conselhos sobre a vida que deveria levar para evitar uma recaída. "Não há nada de especial a fazer. Viva normalmente, e se o tumor reaparecer, ou detectaremos bem cedo", a resposta foi respondida pelo especialista. Inconformado, o autor decidiu aquela doença que o afligia. Precisou de meses de pesquisa para começar a entender como pode ajudar seu corpo a se armar contra o câncer. Participou de conferências nos Estados Unidos e na Europa, andouu bases de dados médicos e dissecou publicações científicas. "Rapidamente percebi que as informações eram parciais dispersas e que não adquiriram a totalidade de seu sentido senão quando reunidas", explica ele, no prefácio de seu livro. O que a pesquisa de Servan-Schreiber tem de inovador é dar aos nossos mecanismos próprios contra a defesa do papel central na luta. "Eis que aprendi: se todas células cancerosas dentro de nós, temos também um corpo preparado para frustrar o processo de formação de tumores. Compete a cada um de nós utilizar-lo", o médico. Sua pesquisa revela que na Ásia, as pesquisas que afligem o Ocidente – como o câncer de mama, o cólon ou o câncer – são de sete a sete vezes menos frequentes. Entre os homens asiáticos são que morrem de outras causas que não são uma doença, contudo, encontram-se tantos microtumores pré-cancerosos na construção quanto entre os ocidentais. Alguma coisa na maneira de viver deles impede que os tumores se desenvolvam. Em compensação, explica, entre os japoneses instalados no Ocidente, a taxa de câncer atingiu nossa em uma de nossas duas gerações. Alguma coisa na maneira nossa seja de viver impede que nosso corpo seja capaz de combater eficazmente essa doença. Dos anos 40 para cá, o ambiente está cada vez mais carregado de produtos químicos sintéticos notoriamente cancerígenos – amianto, benzina, pesticidas, entre outros. Além disso, a alimentação mudou: consumindo mais açúcar (de cinco quilos, por vezes, muitas vezes, para 18 quilos, muitas vezes, em 18 quilos, muitas vezes, em 187 quilos, muitas vezes, em 18 quilos, muitas vezes, em 18 quilos, muitas vezes, em 200 quilos, sem perceber. O ômega 6, uma das maiores vitaminas que há, present está nas rações servidas ao gado leiteiro e de corte e às aves de granja em quase todos os países do mundo. Pesquisas reveladas – e depois de 2000, os ovos contidos em duas vezes mais ômega que em 1970. Sem jamais duvidar do poder da medicina tradicional – que lhe lheu a vida – que lhe lheu a vida , Servan-Schreiber explica que nós podemos estimular nossas defesas naturais contra esse mal, que "é mais uma questão de estilo de vida que de genes".

 

Livro em bom estado para a leitura, capa brochura, não contém grifos nem rasura, borda levemente suja, lombada ligeiramente desgastada.

Anticâncer - David Servan-Schreiber - (Cod:290 - M)

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Um tumor no cérebro, seis meses de vida. Esse foi o diagnóstico que o neuropsiquiatra Davidvan-Schreiber recebeu ao fazer um exame de ressonância magnética. Determinado a conhecer a doença e a vencê-la a qualquer custo, ele traçou seu caminho de cura aliando a medicina convencional com práticas e alimentação. Em Anticâncerele conhecimento compartilhar sua experiência pessoal e todo que adquiriu o processo de cura. "Todos temos um câncer dormindo em nós." Esta frase, estarrecedora para muitos, é o ponto de partida do livro Anticâncerdo médico e investigador francês David Servan-Schreiber. E, de maneira nenhuma, deve ser motivo de alarme; pelo contrário, é exatamente esta certeza de que o mundo conseguirá vencer essa doença – a causa da mortalidade no ocidental. É Servan-Schreiber quem explica: " como todo organismo vivo, nosso corpo fabrica células defeituosas permanentemente. É assim que nascem os tumores. Mas o nosso corpo também é equipado com os dispositivos que permitem detectar-los e contê-los. No Ocidente, uma pessoa em cada quatro vai morrer de câncer, mas três em cada quatro não morrerão. Para estas, os mecanismos de defesa terão dominado o câncer". Em 1981, quando tinha apenas 30 anos, Servan-Schreiber teve câncer no último. Foi pesquisado, para além dos métodos habituais, que tudo o que podia ser definido como médico, pesquisador e diretor de qualidade da Universidade Pittsburgh, nos Estados Unidos, teve acesso a informações preciosas sobre as abordagens naturais que podem contribuir para prevenir ou tratar o câncer. Hoje, ele vive em plena saúde há mais de sete anos. Em An Anticâncer, Servan-Schrei faz o relato de tudo o que foi feito. Conta que, depois da dura experiência de combate a uma doença com uma cirurgia e várias sessões de quimioterapia, pediu ao seu onologista conselhos sobre a vida que deveria levar para evitar uma recaída. "Não há nada de especial a fazer. Viva normalmente, e se o tumor reaparecer, ou detectaremos bem cedo", a resposta foi respondida pelo especialista. Inconformado, o autor decidiu aquela doença que o afligia. Precisou de meses de pesquisa para começar a entender como pode ajudar seu corpo a se armar contra o câncer. Participou de conferências nos Estados Unidos e na Europa, andouu bases de dados médicos e dissecou publicações científicas. "Rapidamente percebi que as informações eram parciais dispersas e que não adquiriram a totalidade de seu sentido senão quando reunidas", explica ele, no prefácio de seu livro. O que a pesquisa de Servan-Schreiber tem de inovador é dar aos nossos mecanismos próprios contra a defesa do papel central na luta. "Eis que aprendi: se todas células cancerosas dentro de nós, temos também um corpo preparado para frustrar o processo de formação de tumores. Compete a cada um de nós utilizar-lo", o médico. Sua pesquisa revela que na Ásia, as pesquisas que afligem o Ocidente – como o câncer de mama, o cólon ou o câncer – são de sete a sete vezes menos frequentes. Entre os homens asiáticos são que morrem de outras causas que não são uma doença, contudo, encontram-se tantos microtumores pré-cancerosos na construção quanto entre os ocidentais. Alguma coisa na maneira de viver deles impede que os tumores se desenvolvam. Em compensação, explica, entre os japoneses instalados no Ocidente, a taxa de câncer atingiu nossa em uma de nossas duas gerações. Alguma coisa na maneira nossa seja de viver impede que nosso corpo seja capaz de combater eficazmente essa doença. Dos anos 40 para cá, o ambiente está cada vez mais carregado de produtos químicos sintéticos notoriamente cancerígenos – amianto, benzina, pesticidas, entre outros. Além disso, a alimentação mudou: consumindo mais açúcar (de cinco quilos, por vezes, muitas vezes, para 18 quilos, muitas vezes, em 18 quilos, muitas vezes, em 187 quilos, muitas vezes, em 18 quilos, muitas vezes, em 18 quilos, muitas vezes, em 200 quilos, sem perceber. O ômega 6, uma das maiores vitaminas que há, present está nas rações servidas ao gado leiteiro e de corte e às aves de granja em quase todos os países do mundo. Pesquisas reveladas – e depois de 2000, os ovos contidos em duas vezes mais ômega que em 1970. Sem jamais duvidar do poder da medicina tradicional – que lhe lheu a vida – que lhe lheu a vida , Servan-Schreiber explica que nós podemos estimular nossas defesas naturais contra esse mal, que "é mais uma questão de estilo de vida que de genes".

 

Livro em bom estado para a leitura, capa brochura, não contém grifos nem rasura, borda levemente suja, lombada ligeiramente desgastada.