SINOPSE

 Vasculhar escavações arqueológicas no Iraque, pesquisar os acervos dos museus europeus, ou iluminar paredes de cavernas na África tem contribuído para que os cientistas entendam os motivos de nossos ancestrais desenvolverem a Matemática. Estes indícios da racionalidade do homem primitivo esclarecem inúmeros equívocos: a Matemática não foi criada para ser cobrada em provas. Por que os babilônios de 2500 a.C. esculpiram contas em milhares de pedras? Estariam preocupados com o concurso para escriturário do "Banco da Babilônia"?! E os egípcios, não teriam tido motivos menos banais e hilariantes para fazer seus registros matemáticos em monumentos pesando toneladas? São respostas cruciais de que todo estudioso das exatas carece. Praticar a arqueologia matemática nos vestígios das civilizações chinesa, inca, hindu, maia, asteca, helênica nos ajudou a descobrir o principal quesito que conduz à Matemática: o Homem é um ser gragário. Com a agricultura, os nossos ancestrais nômades tornaram-se sedentários, surgindo, naturalmente, a necessidade de organização entre eles. O crescimento do grupo exigia um planejamento, rudimentar que fosse, da produção de suas terras como forma de antecipar a fartura ou a escassez de víveres. Aparecem, então, os conceitos, não só de Matemática, mas também de propriedade, de política, de governo, de Estado e de cidadania. Documentos em caracteres pictóricos, cuneiformes e hieróglifos demonstram ter existido há milhares de anos uma preocupação generalizada com o cálculo. Através de métodos originais de somar, dividir, radiciar etc., os profissionais de exatas mensuravam terras, distribuíam colheitas, cobravam impostos, compunham calendários, enfim, faziam-se úteis ao povo. Imerso em uma natureza (phýsis - física) harmoniosa e supridas as suas necessidades básicas, o insatisfeito primitivo estende a Matemática por meio de inesgotáveis porquês? Por que os planetas são redondos, a estrela-do-mar pentagonal, o bambu roliço, o favo hexagonal, o caramujo espiralado e as placas do jacaré quadradas? Por quê? Nasce a geometria. Arqueologia Matemática - As origens da Matemática nas civilizações antigas é um livro que mostra e discute a arte de calcular na antigüidade e, o mais importante, como os antigos a aplicavam e em que áreas do conhecimento humano.

Livro em bom estado para leitura, capa brochura, não contem grifos ou rasuras, bordas levemente sujas.

Arqueologia Matemática: A Origem da Matemática nas Civilizações Antigas - Aguinaldo Prandini Ricieri (Cod: 1058 - M)

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 Vasculhar escavações arqueológicas no Iraque, pesquisar os acervos dos museus europeus, ou iluminar paredes de cavernas na África tem contribuído para que os cientistas entendam os motivos de nossos ancestrais desenvolverem a Matemática. Estes indícios da racionalidade do homem primitivo esclarecem inúmeros equívocos: a Matemática não foi criada para ser cobrada em provas. Por que os babilônios de 2500 a.C. esculpiram contas em milhares de pedras? Estariam preocupados com o concurso para escriturário do "Banco da Babilônia"?! E os egípcios, não teriam tido motivos menos banais e hilariantes para fazer seus registros matemáticos em monumentos pesando toneladas? São respostas cruciais de que todo estudioso das exatas carece. Praticar a arqueologia matemática nos vestígios das civilizações chinesa, inca, hindu, maia, asteca, helênica nos ajudou a descobrir o principal quesito que conduz à Matemática: o Homem é um ser gragário. Com a agricultura, os nossos ancestrais nômades tornaram-se sedentários, surgindo, naturalmente, a necessidade de organização entre eles. O crescimento do grupo exigia um planejamento, rudimentar que fosse, da produção de suas terras como forma de antecipar a fartura ou a escassez de víveres. Aparecem, então, os conceitos, não só de Matemática, mas também de propriedade, de política, de governo, de Estado e de cidadania. Documentos em caracteres pictóricos, cuneiformes e hieróglifos demonstram ter existido há milhares de anos uma preocupação generalizada com o cálculo. Através de métodos originais de somar, dividir, radiciar etc., os profissionais de exatas mensuravam terras, distribuíam colheitas, cobravam impostos, compunham calendários, enfim, faziam-se úteis ao povo. Imerso em uma natureza (phýsis - física) harmoniosa e supridas as suas necessidades básicas, o insatisfeito primitivo estende a Matemática por meio de inesgotáveis porquês? Por que os planetas são redondos, a estrela-do-mar pentagonal, o bambu roliço, o favo hexagonal, o caramujo espiralado e as placas do jacaré quadradas? Por quê? Nasce a geometria. Arqueologia Matemática - As origens da Matemática nas civilizações antigas é um livro que mostra e discute a arte de calcular na antigüidade e, o mais importante, como os antigos a aplicavam e em que áreas do conhecimento humano.

Livro em bom estado para leitura, capa brochura, não contem grifos ou rasuras, bordas levemente sujas.